DADDY GRECO

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Resumo

"Greco Dela Cruz" é um cavalheiro e bem-sucedido corretor de imóveis na casa dos 30 anos — másculo, de aparência impecável e com família. No entanto, por trás de sua imagem perfeita, um novo mundo se abre quando seus vídeos de treino viralizam no Twitter, especialmente por causa de suas axilas atraentes e perfeitamente torneadas. De um simples conteúdo de "motivational gym", sua presença online se transforma gradualmente em um "thirst trap", atraindo milhares de fãs. A história acompanha sua Esta é uma história sobre descoberta, perigo e libertação — a jornada de um homem aprendendo a viver plenamente apesar de todos os seus segredos.

Gênero
Lgbtq
Autor
steamthemup
Status
Completo
Capítulos
24
Classificação
5.0 1 avaliação
Classificação Etária
18+

Si Greco

A conta do Twitter de Greco Dela Cruz nunca teve a intenção de ser um "thirst trap". Desde o início, ele só queria postar conteúdo motivacional de academia — dicas de exercícios, receitas saudáveis e um pouco do seu progresso. Greco está na casa dos 30 anos, é um corretor de imóveis especializado em apartamentos e condotéis, e a academia é seu refúgio contra o estresse das vendas.

Macho, com uma aparência impecável, voz de barítono que parece estar sempre negociando com um cliente, e o rosto de um galã de novela. Mas uma coisa que ele nem percebeu acabou conquistando milhares de seguidores: suas axilas.

Certo dia, depois de treinar, ele postou uma foto com os braços levantados enquanto instalava uma placa com o nome da academia na parede. Era apenas um registro comum. Mas na foto, era possível ver seus peitorais largos e saudáveis, bíceps rígidos como pedra e — o que mais chamou a atenção de todos — suas axilas lisas, com curvas perfeitas e sem um único pelo. Parecia algo feito propositalmente, depilado e polido para um ensaio fotográfico, mas, na verdade, elas são sempre assim. Greco é muito cuidadoso, quase obsessivo com sua higiene pessoal, e suas axilas são naturalmente lisas, quase sem poros aparentes.

"Senhor, qual é a sua rotina de skincare para as axilas? HAHAHA", foi o primeiro comentário a viralizar.

"Pensei que fosse uma pintura. É real. Que limpeza absurda."

"Daddy, deixa eu dar uma cheirada."

Suas notificações explodiram. De algumas centenas de seguidores, o número saltou para milhares. Os comentários variavam de brincadeiras a cantadas diretas. Homens e mulheres ficaram igualmente obcecados. E suas clientes "mommy" e "daddy" do setor imobiliário, que antes perguntavam apenas sobre a metragem e as amenidades, começaram a enviar mensagens como: "Greco, aquele apartamento no 45º andar ainda está disponível? E... mais fotos, por favor. Hehe."

A internet enlouqueceu pelas axilas de Greco Dela Cruz.

Greco estava em negação. "Esse povo não tem mais o que fazer", ele murmurava para si mesmo enquanto via as notificações. Ele escondia isso de sua esposa, Bettina, uma advogada corporativa ocupadíssima com seu próprio mundo. Para Bettina, as redes sociais servem apenas para o lado profissional e algumas fotos de viagens. Ela não ligava para o conteúdo de academia de Greco e muito menos imaginava a fixação das pessoas pelas axilas dele.

Mas, para Greco, aquela atenção era... confusa. Lisonjeira, sim. Mas trazia um calor estranho. Especialmente quando ele começou a receber mensagens diretas que não eram mais sobre imóveis.

User123: "Greco, meu sonho é ver isso pessoalmente. Vai ter visitação no seu apartamento? Brincadeira."

MuscleDaddy69: "Senhor, nós dois treinamos. Quem sabe a gente não marca um sparring. Me ensina uns golpes."

A maioria dos que enviavam mensagens eram homens. E enquanto Greco negava — "É só trabalho, pessoal. Não tenho esse tipo de interesse" —, uma parte dele se surpreendia com a própria reação. Às vezes, enquanto lia os comentários, ele sentia um formigamento suave sob a pele, um calor repentino e inesperado.

Certa noite, enquanto estava sozinho no apartamento que ele preparava para os clientes (um estúdio luxuoso com janelas voltadas para as luzes da cidade), ele gravou um vídeo. Um discurso motivacional. Ele usava uma regata branca e estava suado, vindo de um treino leve.

"A disciplina", disse ele para a câmera, com a voz profunda e envolvente, "é como construir um corpo bonito. É apenas um dia, uma repetição, um sacrifício de cada vez."

Enquanto falava, ele levantou o braço e tocou o ombro sem pensar. A axila ficou exposta novamente. Lisa. Limpa. Quase convidativa.

Assim que o vídeo foi publicado, em menos de uma hora, os likes chegaram aos milhares. Os comentários nem ligavam mais para a mensagem do vídeo.

"A AXILA DE NOVO, MEU DEUS."

"Que limpeza inacreditável, parece que está saindo da tela."

"Daddy Greco, que perfume você usa? Quem sabe, né?"

E alguém comentou com um desafio direto: "Sinto que tem cheiro de paraíso. Quem me dera poder sentir."

Greco apenas riu. Mas sentiu seu coração bater mais rápido. Algo estava mudando. E por mais que ele negasse, sabia que havia uma parte dele que... estava gostando.

Como ele é corretor de imóveis, costuma ter reuniões presenciais com compradores em potencial. A maioria deles tem dinheiro e é um pouco mais velha. E, desde que sua persona online viralizou, o tom dessas reuniões mudou.

Certa tarde, ele se encontrou com a "Mommy" Gilda, uma empresária mais velha interessada em uma cobertura. No meio da conversa sobre a metragem e as comodidades, o assunto mudou repentinamente.

"Sua pele é linda, Greco", disse Mommy Gilda, com os olhos fixos não nos olhos dele, mas em seu ombro. "O que você usa?"

"Ah, apenas um hidratante, Tita", respondeu Greco, um pouco surpreso.

"E suas axilas... que lisura! É natural?"

Greco olhou para a própria axila, exposta por causa de sua camisa polo de manga curta. "Sim. Eu só sou muito cuidadoso com minha higiene pessoal."

"Ah", disse Mommy Gilda, com um sorriso enigmático. "Cuidadoso. Eu gosto disso."

Ao final da reunião, Mommy Gilda ofereceu comprar o imóvel à vista — uma grande comissão para Greco — mas com uma condição: ela queria um "tour exclusivo" em outras propriedades de Greco na semana seguinte, e exigiu que fosse apenas ele a atendê-la.

Greco aceitou, nas nuvens com a comissão. Mas sentiu uma pontada de insegurança no peito.

O verdadeiro teste foi quando "Daddy" Roland apareceu. Um empresário na casa dos 40 anos, também casado e com aparência decente. Ele se interessou por um apartamento de luxo para "investimento". Logo na primeira reunião, Greco notou um olhar diferente. Não era o olhar de um cliente avaliando o imóvel. Era mais profundo, mais intenso.

Daddy Roland foi até o apartamento de Greco para uma visita. Ele estava sozinho.

"A vista é linda", disse Roland, mas seus olhos estavam fixos em Greco.

"Obrigado. À noite, a vista das luzes da cidade é ainda melhor", respondeu Greco, mantendo o profissionalismo.

De repente, Roland se aproximou. "A vista aqui dentro é muito melhor."

Greco se virou. "Senhor?"

"Sabe, Greco", disse Roland, com a voz baixa e pessoal, "tem muita gente que gosta de você online. Eu sou um deles."

Greco ficou em silêncio. Seu corpo ficou tenso.

"Você não responde minhas DMs. Por isso decidi vir te ver pessoalmente." Roland riu baixinho. "Pensei que as fotos fossem exagero. Mas... caramba. É liso mesmo."

A mão de Roland se moveu. Foi rápido. Ele segurou o braço de Greco, perto da axila. O calor da palma de sua mão contra a pele de Greco parecia um choque elétrico.

"Senhor..." tentou Greco, recuando imediatamente.

"Desculpe, desculpe", disse Roland, fingindo constrangimento. "É que dá muita curiosidade. Parece... perfeito. Não consigo ver nem os poros. Como você faz isso?"

Os joelhos de Greco tremiam, mas ele forçou-se a manter o tom profissional. "É natural, Senhor. Genético. Agora, sobre o apartamento..."

Mas Roland não o ouvia mais. Seus olhos estavam focados na axila dele, como se fosse um ímã. "Alguém já sentiu o cheiro pessoalmente?"

"Como? Claro que não."

"E se... eu fosse o primeiro?"

A atmosfera dentro do apartamento tornou-se subitamente sufocante, quente e carregada de tensão. Ali estava Greco, o "daddy" machão e negacionista que sempre estava no controle, agora sem saber como reagir. Havia medo, sim. Mas, por baixo do medo, havia um calor estranho. Uma percepção de que seu poder não estava apenas na venda de imóveis... mas em sua própria pessoa.

"Senhor, eu não sou esse tipo de pessoa", disse Greco fracamente, com a voz já falhando.

"Todos nós somos um pouco assim, Greco", respondeu Roland, e agora o desafio em sua voz era claro. "Você está apenas em negação. Eu vejo nos seus olhos. Você também quer validação. Quer saber o quanto é... desejável."

Greco se virou, tentando recuperar o fôlego. "Preciso ir. Tenho outro compromisso."

Antes que ele pudesse sair, ouviu as últimas palavras de Roland: "Você não vai fugir para sempre, Greco. Uma hora vai se cansar de fingir inocência. E eu estarei esperando."

Ao chegar em casa, Greco ficou em silêncio. Não conseguia explicar o que aconteceu. A sensação da mão de Roland em seu braço parecia ainda marcada em sua pele. Era algo que causava repulsa e... uma surpresa excitante.

"Como foi? Está cansado?", perguntou Bettina, ainda focada no laptop, revisando contratos.

"Sim. Tive um cliente difícil hoje", respondeu Greco.

"Ah. Desde que a comissão seja boa, aguente firme", disse Bettina, sem nem tirar os olhos da tela.

Greco observou a esposa. Ela não fazia ideia. Ela nem se importava. No mundo de Bettina, o corpo era um instrumento para a saúde, não para o desejo. E seu marido era um corretor de imóveis, não uma sensação da internet.

Naquela noite, enquanto Bettina dormia, Greco abriu o celular. Ele verificou suas notificações no Twitter. Os elogios. Os desafios. A luxúria. Ele abriu suas próprias fotos. Seus peitorais. Seus braços. Suas axilas.

Aos poucos, ele levantou o braço esquerdo. Cheirou a própria axila. Cheirava a sabonete. Cheirava a suor limpo. Cheirava... a homem.

E, pela primeira vez, ele se permitiu pensar. E se...?

Alguém enviou uma mensagem. Um rapaz chamado "Jasper". 25 anos, também frequentador de academia. A mensagem era simples: "Greco, sou seu fã. Somos homens, sem malícia. Topa tomar um café qualquer dia? Para falar de negócios. Tenho algum dinheiro e penso em investir em um dos seus condomínios".

Normal. Decente. Sem investidas diretas.

Greco respondeu: "Claro. Vamos nessa".

Eles se encontraram em uma cafeteria no dia seguinte. Jasper era jovem, bonito naquele estilo "garoto da casa ao lado" e bem-humorado. Ele não mencionou nada sobre as axilas de Greco. Conversaram sobre academia, negócios e a vida. Greco sentiu-se à vontade. Era aquele tipo de interação normal que ele buscava.

"Sabe, Greco", disse Jasper quando a reunião chegava ao fim, "existem muitos boatos sobre você online. Mas, pessoalmente, você é muito gente boa e pé no chão".

"É que meu foco é apenas o trabalho", respondeu Greco, sentindo-se um pouco mais aliviado.

"Respeito", disse Jasper. "Queria eu não ser afetado pela fama."

Mas, antes de se despedirem, Jasper agiu. Rápido, porém não agressivo. Ele estendeu um frasco pequeno de perfume. "Toma, um presente. É edição limitada. Combina com você. Cheiro de... limpo e poderoso."

Greco aceitou. "Obrigado. Não precisava."

"Não foi nada." Jasper fez uma pausa. "Podemos... testar? Para saber se combina mesmo?"

Greco assentiu, lisonjeado.

Jasper tirou o perfume e deu uma borrifada no ar. "Aqui no ponto de pulsação", disse ele, tocando suavemente o pulso de Greco para aplicar o perfume. O toque era leve, profissional. Depois, Jasper observou o que tinha feito. "Pronto, pode cheirar."

Greco levantou o pulso e aspirou. "Muito bom."

"Sim", disse Jasper. Mas seus olhos não estavam no pulso, e sim na axila de Greco, exposta pela camiseta. "Mas talvez fosse melhor se fosse... aqui." E lentamente, quase sem ser percebido, Jasper apontou com o dedo em direção à axila de Greco. "O perfume dura mais ali. Nas partes mais quentes do corpo."

O dedo de Jasper permaneceu no ar, perto, mas sem tocar. O desafio não foi dito, mas foi sentido.

Greco encarou-o. Nos olhos de Jasper, ele não viu a luxúria de Roland, mas um interesse mais profundo, mais curioso. Um reconhecimento de um segredo que ambos compartilhavam, mas que permanecia em silêncio.

"Talvez na próxima vez", disse Greco em voz baixa.

Jasper sorriu, sem decepção. "Tudo bem. Na próxima. Se cuida, Greco."

Ele se foi, deixando Greco pensativo e com o frasco de perfume na mão.

Nos dias seguintes, a comunicação entre Greco e Jasper tornou-se frequente no chat. As conversas continuavam normais, mas, de vez em quando, Jasper deixava pequenas pistas. Memes sobre academia. Piadas sobre os "seguidores sedentos". E, certa vez, um artigo sobre "sensualidade masculina e marketing moderno".

A conexão se aprofundou. E, à medida que isso acontecia, os limites ficavam cada vez mais difusos para Greco.

Certa noite, ele postou um novo vídeo. Descalço, vestindo apenas shorts, fazendo supino em sua academia particular. Os músculos saltavam a cada levantamento da barra. E, novamente, suas axilas, cobertas de suor, tornaram-se o foco da atenção.

Mas agora, Greco sabia. Ele olhou para a câmera como se seguisse algo. E, em um instante, após a última repetição, ele levantou ambos os braços e enxugou a testa com o bíceps... expondo as axilas por alguns segundos.

Foi intencional.

Os comentários chegaram imediatamente. Incluindo o de Jasper: "Que força, cara. Muita dedicação".

Mas veio também uma mensagem direta.

Jasper: "Estou olhando seu vídeo há algum tempo. Você é muito bom. O movimento é perfeito. E... suas axilas são mesmo lisas. Suor natural, deve ter um cheiro de... uma delícia."

Greco prendeu a respiração.

Greco: "Haha. Valeu. Sim, é natural."

Jasper: "Dá para... saber se é natural mesmo? Pessoalmente? Não é por mal. Estou só curioso, como colega de academia. Uma espécie de... curiosidade científica."

Greco sentiu o coração disparar. A lembrança do toque de Roland voltou, mas a proposta de Jasper era diferente. Estava envolta em respeito e camaradagem. Era mais perigoso.

Greco: "O que você quer dizer com isso?"

Jasper: "Vamos tomar um café de novo. Você traz o perfume. Eu levo uma... mente aberta."

Greco aceitou.

Eles se encontraram no apartamento de Greco—o mesmo onde ele conheceu Roland. O local estava vazio, exceto pelos móveis básicos. Lá fora, as luzes da cidade brilhavam intensamente.

"Que lugar bonito", disse Jasper, olhando para fora. "Parece... livre."

"Sim", respondeu Greco. Ele sentia um nervosismo crescente.

"Lembra do que eu disse? Sobre a... curiosidade científica?"

Greco assentiu.

"Posso?", perguntou Jasper, com os olhos fixos e sinceros.

Greco não respondeu. Em vez disso, levantou lentamente o braço direito. Foi um movimento simples, mas carregado de significado. Ele expôs sua axila.

Jasper aproximou-se. Devagar. Sem pressa. Ele parou à frente de Greco, a uma distância curta.

"Lindo", sussurrou Jasper. "Pensei que fosse só na foto. Mas pessoalmente... não tem poros. Parece... esculpido."

Greco permaneceu em silêncio. Cada fibra de seu corpo estava alerta, ouvindo.

"Posso...", continuou Jasper, "... cheirar?"

Um momento de hesitação. Então, Greco inclinou a cabeça. Uma permissão.

Jasper abaixou-se lentamente. Seu rosto chegou perto da axila de Greco. Ele parou a poucos centímetros. O calor da respiração de Jasper atingiu a pele de Greco, causando arrepios.

"Cheiro bom", murmurou Jasper. "Cheiro de sabonete. Cheiro de... homem. Cheiro de... Greco."

E então, levemente, quase sem tocar, Jasper encostou o nariz na pele. Um toque breve e gentil. Como uma reverência a uma obra-prima.

Ele se afastou imediatamente. O rosto de Jasper estava corado, mas seus olhos brilhavam.

"Obrigado", disse ele, a voz um pouco rouca. "Minha curiosidade foi satisfeita."

Mas não tinha acabado. Pois, naquele exato momento, Greco sentiu algo que tentara reprimir por muito tempo. Um desejo profundo, sombrio e confuso despertando em sua masculinidade. Uma reação que ele não conseguiu evitar. E, em seus shorts justos, Jasper pôde ver claramente.

Jasper encarou-o. Não riu nem pareceu incomodado. Apenas observou, como se estivesse vendo algo que esperava há muito tempo.

"Ainda vai continuar negando, Greco?", perguntou Jasper suavemente.

Greco não tinha mais palavras. Nada mais podia ser negado. O toque de Roland, a proximidade de Jasper, os comentários online, a distância de Bettina—tudo havia contribuído para a queda daquela muralha.

Lentamente, Jasper levantou a mão. Tocou o braço de Greco, perto da axila que havia acabado de cheirar. O aperto era firme, cheio de compreensão.

"Não há nada de errado nisso", disse Jasper. "Você continua sendo você. Greco Dela Cruz, o corretor de imóveis de sucesso, o bom marido, o homem másculo. Mas... você tem outra dimensão. E tudo bem quanto a isso."

E, pela primeira vez, Greco se permitiu. Ele deixou que aquela dimensão começasse a explorar, começando por uma axila pequena, lisa e perfeita, e seguindo para onde quer que a levasse—um caminho repleto de desejo, autodescoberta e aceitação de seu próprio poder e luxúria.

Ele encarou as luzes distantes da cidade, enquanto o calor de Jasper ainda permanecia em sua pele, sabendo que nada voltaria a ser como antes. E, no fundo de sua negação, havia uma parte dele que se sentia radiante.