The Dark Rider MC: Livro 1: A Que Ele Deseja

Todos os Direitos Reservados ©

Resumo

Meu nome é Brandan Wise. Tenho 25 anos e sou o presidente do Dark Knight MC. Meu clube fica no Kentucky. Encontrei meu anjo, o problema é que sou 8 anos mais velho que ela. Eu estava passando de moto pela escola e a vi caminhando pela rua. Ela olhou para mim e sorriu. Droga, aquele sorriso pode deixar qualquer homem excitado. Ela está no ensino médio. Ela tem um corpo muito bonito. Parei no sinal e a observei continuar andando em direção à escola. Notei que ela não parou para conversar com os outros jovens que estavam do lado de fora, mas entrou direto no prédio.

Status
Completo
Capítulos
43
Classificação
4.5 72 avaliações
Classificação Etária
18+

A garota que ele quer

Meu nome é Branden Wise (Revenge). Tenho 25 anos e sou o presidente do Dark Knight MC. Meu nome de estrada é Revenge. Meu clube fica no Kentucky. Encontrei meu anjo, o problema é que sou oito anos mais velho que ela. Estava passando de moto perto do colégio quando a vi andando na rua. Ela olhou para mim e sorriu. Puta merda, aquele sorriso é capaz de deixar qualquer homem de pau duro.

Ela está no ensino médio. Tem um corpo muito bonito. Parei no sinal e fiquei olhando enquanto ela seguia em direção à escola. Reparei que não parou para conversar com os outros alunos do lado de fora, entrou direto no prédio.

Cheguei no clube e fui direto para o meu escritório. Eram umas cinco da tarde quando terminei a papelada. Estava com fome, então resolvi experimentar o restaurante novo que tinha aberto do outro lado da rua. Fica aberto até as 23h.

Saí e gritei pelo meu VP, Curt, e pelo meu executor, Keith. Falei: "Vamos ali do outro lado tomar um café, quem sabe um sanduíche." Quando entramos, vi ela parada perto de uma mesa, recolhendo pratos sujos e levando para a cozinha.

Fomos até uma mesa no canto e nos sentamos. Ela saiu carregando três copos d’água e colocou na nossa frente.

— Qual é o seu nome, querida? — perguntei.

— Donna — ela me disse.

Sorri para ela e a observei por baixo dos cílios.

— O que vão querer?

— Todos nós dissemos BLT com maionese extra e café.

Fiquei olhando enquanto ela anotava o pedido e reparei que tinha hematomas nos braços.

— Já volto com o café de vocês — ela disse e se afastou.

Notei que ela era bem miudinha, tinha uma cintura que dava para um homem segurar com as duas mãos. Era magra, magra demais. Como se não estivesse comendo direito.

— Keith perguntou: — Você viu os hematomas nos braços dela?

— Vi, sim.

— Alguém está maltratando essa garota.

Curt se recostou na cadeira com um sorrisinho no rosto.

— Você gosta dela, né?

— Eu a vi pela primeira vez hoje de manhã, indo para a escola.

— Quando nossos olhares se encontraram, as vozes e a raiva sumiram. Mas quando ela desviou o olhar, tudo voltou.

— Sou velho demais para ela. Ela é só uma garota.

Ela trouxe nosso café e depois voltou para pegar a comida e servir. Fiquei observando enquanto ela atendia os outros clientes que chegavam. Gostei de ver como tratava todo mundo com respeito.

Quando terminamos, deixei uma nota de vinte na mesa e fui pagar a conta. Ela sorriu para mim com aqueles olhos tão inocentes. Reparei que tinha olheiras, como se não estivesse dormindo direito. Virei e saí pela porta. Enquanto atravessávamos a rua, Kevin disse:

— Essa parte da cidade não é segura à noite.

— Não vejo nenhum carro aqui, só um, que deve ser do cozinheiro.

— Espero que ela não esteja indo e voltando do trabalho a pé. É uma garota linda, algo ruim pode acontecer com ela.

Fingi que não estava preocupado e continuei andando. Mas estava, sim. Sinto uma atração por ela, mas preciso manter distância. Não sou um homem bom. Sou um homem raivoso e tenho sangue nas mãos. Conheço gente barra-pesada que não pensaria duas vezes antes de machucá-la para me atingir.

Reparei que ela não sorri muito. Tem um jeito que mostra que já passou por cada uma na vida. Fiquei olhando quando alguns dos moleques do nosso clube chegaram de moto, menos o Bo. O Bo prefere dirigir seu Mustang, e é um belo carro.

— Quando a Cherry desceu da moto, disse: — Vamos ali do outro lado tomar um refrigerante e comer um sanduíche, conversar com a Donna agora que o meio-irmão dela não está por perto para atrapalhar.

Notei que ela sorriu para eles quando entraram. A Cherry foi até lá e deu um abraço na Donna. Quando as mãos da Cherry tocaram as costas dela, vi que Donna enrijeceu.

Olhei para a janela e vi a Cherry dizer alguma coisa para a Donna. Ela balançou a cabeça, negando. A Cherry parou de sorrir e foi se sentar com os amigos. Quando me aproximei para colocar o prato deles na mesa, o Bo segurou meu pulso com cuidado e foi empurrando a manga da minha blusa devagar para cima.

Olhei para a parede, sem dizer nada. Vi os rostos dos moleques endurecerem.

— Quem fez isso com você, Donna?

— Eu posso te contar — falei, puxando a manga para baixo.

— Por favor, não me peça para contar, Bo.

Olhei para ela com raiva, mas a soltei, e ela se afastou.

Reparei nos olhares que os moleques trocaram, como se estivessem planejando machucar alguém. Claramente, não estavam nada felizes com alguma coisa. Fiquei me perguntando o que estava acontecendo enquanto voltava para o clube. Quando entrei, vi a Candy parada ali, uma das putas do clube. Agarrei-a e levei para o meu escritório, onde mandei que ficasse de joelhos enquanto eu me sentava na cadeira. Abri o zíper da calça, tirei meu pau para fora e empurrei a cabeça dela contra ele. Enquanto ela me chupava, imaginei a Donna na minha frente, e gemi, sentindo meu pau ficar ainda mais duro.