1. Squeal of Pleasure
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|EMMA|
"Carlos!", eu solto um gemido agudo enquanto passo os dedos pelo seu cabelo escuro e sedoso. Ele me devora como se estivesse morrendo de fome há um século. "Ah, isso é tão bom, tão bom para caralho."
Eu arqueio as costas e tento respirar pelo nariz, mas o prazer que percorre meu corpo é tão intenso que não consigo evitar. Eu balanço os quadris, querendo que ele enterre sua língua impiedosa ainda mais fundo em mim.
Quando entrei na Kingston Corporation como uma estagiária novata, quatro meses atrás, eu não tinha ideia de como minha vida mudaria. Eu estava ansiosa para provar meu valor, pronta para qualquer desafio que aparecesse. Foi então que conheci Carlos.
Foi em um dos bailes de máscaras da empresa, e me senti atraída por ele imediatamente. Eu não sabia que ele era o presidente, mas isso não importava. Ele era charmoso e sedutor, e antes que eu percebesse, estávamos no banco de trás do carro dele, perdidos nos braços um do outro.
Eu não podia evitar a sensação de ter ganhado na loteria. Carlos era um verdadeiro cavalheiro, e sua aparência de deus grego me deixou caidinha desde o momento em que nos conhecemos. Seu porte físico, os olhos verdes e o cabelo grisalho faziam meu coração disparar.
Mas não foi apenas a beleza que me atraiu. Sempre tive uma queda por homens mais velhos, e quando descobri que ele era viúvo e não saía com ninguém há anos, senti um alívio enorme. Eu não queria ser uma destruidora de lares, não depois do que minha mãe fez com a nossa família.
Nem pensar. Jamais.
"Porra!", eu sibilou e mordo o lábio enquanto ele chupa meu clitóris latejante, soltando aqueles sons eróticos que fazem minha pele se arrepiar inteira.
Carlos abre minhas pernas mais ainda e continua chupando, enquanto enfia dois dedos na minha boceta. Quando ele acelera o ritmo, eu solto um ganido. Fico segurando a borda da pia do banheiro com ainda mais força, sem querer cair ou, pior, que ele pare.
Minha mente é consumida por um prazer intenso que se espalha pelo corpo como fogo, tornando quase impossível pensar em qualquer outra coisa. Sinto cada terminação nervosa pulsar com eletricidade enquanto suas mãos percorrem meu corpo, enviando arrepios pela minha espinha. Quando ele finalmente me solta, meu corpo inteiro vibra com a força do orgasmo.
Assim que ele me coloca de volta no chão, minhas pernas parecem fracas e bambas, mal conseguindo me sustentar. Eu me agarro a ele, com a respiração ofegante e irregular enquanto tento recuperar o controle. O mundo ao redor parece girar e ficar embaçado, com meus sentidos sobrecarregados pela intensidade da experiência.
É como se eu tivesse sido transportada para outro plano de existência, um reino de puro prazer e êxtase que eu nem sabia que existia. A sensação pós-orgasmo é quase como uma droga, inundando meu sistema com uma euforia que nunca senti antes.
Fico trêmula e tonta, sem conseguir processar totalmente o que acabou de acontecer. Tudo o que sei é que sou consumida por um desejo profundo de querer mais, uma fome que só pode ser saciada pelo toque de suas mãos e pelo fogo em seus olhos.
Enquanto aproveito o calor do orgasmo, meus olhos lutam para se manter abertos enquanto vejo, embaçado, ele se aproximar. Antes que eu perceba, ele me gira e minhas mãos são forçadas contra a borda da pia. Meu coração acelera quando ele puxa meus quadris para perto e sinto sua ereção pulsante pressionando contra mim.
A intensidade do seu desejo me pega de surpresa, e luto para recuperar o fôlego. Tento resistir às suas investidas, mas ele é forte demais. Não tenho como impedi-lo enquanto ele entra em mim, me fazendo arfar e gemer de êxtase.
Seus grunhidos preenchem o ar enquanto ele me ataca implacavelmente, me deixando tonta de prazer. As sensações são avassaladoras e minha mente se perde no êxtase do momento. Sei que não deveria fazer isso, considerando a diferença de idade entre nós, mas não consigo resistir ao toque dele.
Eu aprecio como esse homem, um brutamontes, nunca se segura. Ele me dá tudo o que é capaz e muito mais. Ele me faz amar cada detalhe desse nosso pequeno arranjo. Mesmo que o que temos esteja longe de ser um relacionamento emocional, não me incomodo com essa aparente falta.
Carlos nunca tentou me enganar ou manipular. Quando ele sugeriu levar nossos amassos casuais na sala do escritório para um outro nível, ele deixou claro exatamente no que eu estava me metendo. Ele deixou claro que o que tínhamos nunca poderia ser nada além daquilo. E que, se eu quisesse, poderia ficar com quem eu quisesse.
Eu adorava como ele me dava o tipo de liberdade que minha mãe nunca deu ao meu pai.
Eu adorava ter voz ativa nisso tanto quanto ele.
Carlos passa o braço pela minha cintura e me puxa para perto, me forçando a acompanhar cada estocada. Quando seu pau duro pra caralho entra em mim, destruindo qualquer pensamento, tudo que consigo pensar é nas coxas dele batendo nas minhas, fazendo aqueles sons altos de impacto que provocam algo lá no fundo do meu abdômen.
"Ah, Deus! Carl, estou quase lá. Quase lá."
Carlos rosna, me fodendo mais forte, empurrando minha cabeça para baixo e me dando mais algumas estocadas desajeitadas antes de finalmente se soltar.
"Ah, porra!"
Ele grunhe tão alto ao disparar todo o seu gozo fundo no meu íntimo que sinto as vibrações na pia do banheiro sob meus dedos. Solto meu próprio grito de puro prazer enquanto chego ao orgasmo pela segunda vez, e minhas pernas tremem violentamente, incapazes de suportar meu peso.
"Porra!"
Antes que meus joelhos toquem o chão molhado, Carlos me puxa de volta para cima.
Ele ri, preguiçoso, esfregando o rosto contra meu pescoço. "Em, você ainda é tão delicada." Enquanto acaricia minha nuca, ele cantarola e respira de forma irregular. "Não consigo evitar te foder com força."
Eu sorrio para ele através do espelho. "Eu não consigo evitar desejar mais."
Ele ri baixinho, rolando meus mamilos entre os dedos e puxando-os suavemente.
Eu solto um suspiro, tentando acalmar a dança selvagem da minha respiração.
"Vamos lá!" Ele me limpa, me pega nos braços e me leva de volta para a cama, plenamente consciente de que eu estaria incapaz de qualquer coisa depois de dois orgasmos intensos seguidos.
Carlos coloca meu corpo cansado gentilmente na cama, e seu toque envia arrepios pela minha espinha. Enquanto ele me cobre com os lençóis quentes, sinto uma onda de conforto me envolver. Mas mesmo tentando descansar, minha mente dispara ao perceber que estou atrasada para o trabalho.
"Descanse agora!", sussurra Carlos, com os lábios roçando suavemente os meus, e sinto o calor do seu sorriso. "Vou avisar seu chefe que você está se atrasando."
Eu solto uma risadinha, tentando reunir energia para brincar de volta. "Espero que ele não se importe se eu tirar o dia de folga. Estou totalmente exausta."
Os olhos de Carlos escurecem com preocupação enquanto ele afasta os cachos molhados do meu rosto. "Tenho certeza de que ele vai entender", diz ele, com a voz baixa e suave. "Você precisa descansar."
Ele se levanta e caminha em direção à porta, pausando antes de se virar para mim. "E se ele não entender, eu vou garantir que ele entenda."





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