Love Behind The Badge. por Arshi sarun em Inkitt
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Amor sob o Distintivo

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Resumo

Arnav, um destemido DSP, está investigando seu maior e mais perigoso caso contra um vilão desconhecido. Ao buscar a identidade do criminoso, ele descobre que Khushi também é um alvo. Agora, ele precisa solucionar o caso e proteger Khushi dos planos mortais do vilão.

Gênero
Fantasy
Autor
Arshi sarun
Status
Completo
Capítulos
57
Classificação
5.0 (2 avaliações)
Classificação Etária
16+

Step Into the Game.

Nova Déli.

Quartel-General da Polícia.

07h30.

O clima dentro da sala de conferências estava pesado. Oficiais de alta patente sentavam-se em silêncio quando a porta se abriu.

DSP Arnav Singh Raizada.

Uniforme impecável. Expressão fria. Uma aura de comando.

Ele prestou continência com firmeza. “Bom dia, senhor.”

"Sente-se, DSP." O Comissário de Polícia recostou-se em sua cadeira.

Um arquivo confidencial foi colocado diante dele.

“Codinome: Shadow King.” Os olhos de Arnav escanearam o arquivo.

• Abastecimento ilegal de armas

• Rotas de tráfico de drogas entre estados

• Políticos envolvidos

• 4 policiais desaparecidos

• Nenhuma identidade. Nenhum rosto. Nenhuma impressão digital

Os olhos de Arnav se moveram para a página seguinte. Uma nova linha estava escrita em negrito com tinta vermelha.

• Suspeito de ser um assassino em série

• 11 assassinatos confirmados

• Vítimas: Informantes, policiais infiltrados, rivais políticos

• Mata com precisão, não deixa testemunhas vivas.

• Ataca qualquer um que chegue perto de descobrir sua identidade.

O maxilar de Arnav travou.

“Senhor, quem é ele?” perguntou Arnav.

A voz do Comissário tornou-se séria.

“Se soubéssemos, DSP… esta reunião não estaria acontecendo. Isso não é apenas um caso. É uma guerra.”

Os olhos de Arnav escureceram.

“Sim, senhor.”

“Mas lembre-se”, continuou o Comissário, com voz grave, “este homem está sempre um passo à frente. O último policial que chegou perto dele… desapareceu.”

Arnav fechou o arquivo lentamente. “Eu não perco guerras, senhor.”

Ele saiu da sala.

Mas, do lado de fora do prédio… Um carro preto estava estacionado do outro lado da rua. Dentro dele, um homem observava a saída de Arnav através de binóculos.

“Bem-vindo ao jogo, DSP.” Um leve sorriso surgiu em seus lábios.

........

Arnav entrou em sua sala no quartel-general da Divisão de Crimes. Ele tirou o quepe e o colocou sobre a mesa. Seu rosto estava calmo… mas sua mente já estava dez passos à frente.

Ele apertou o interfone.

“Aman. Na minha sala. Agora.”

Em poucos segundos, o Inspetor Aman bateu à porta e entrou.

“Sim, senhor.”

Arnav ficou parado perto da janela, olhando a cidade lá embaixo.

“Esta cidade está sangrando”, disse ele calmamente. “E alguém a controla das sombras.”

Aman assentiu. “Senhor, estamos prontos para as suas ordens.”

Arnav virou-se.

“O Shadow King não opera ao acaso. Ele usa pequenos traficantes. Pequenos fornecedores. Pequenos carregadores.”

Arnav voltou para sua mesa e abriu o arquivo novamente.

Ele espalhou as fotografias da cena do crime sobre a mesa.

“Olhe com atenção”, disse ele.

Aman deu um passo à frente.

Cada vítima. Locais diferentes. Históricos diferentes. Mas uma semelhança.

Arnav apontou para uma fotografia com o dedo.

“Aqui.”

Perto do pulso. Uma pequena marca esculpida. Uma coroa.

“Ele não apenas mata”, disse Arnav com calma. “Ele encena.”

Aman engoliu em seco. “Senhor… os relatórios forenses dizem que a marca foi feita post-mortem.”

Arnav balançou a cabeça levemente.

“Nem todas.”

Ele pegou outro relatório.

“Em três casos, a vítima estava viva quando a marca foi feita. Padrão de baixa perda de sangue. Incisão controlada.”

O rosto de Aman endureceu. “Tortura psicológica.”

“Exatamente...”

"Aman"

"Sim, senhor..."

Ele olhou para Aman fixamente.

“Eu quero toda a equipe à paisana.”

“Sim, senhor.”

“Espalhe-os pela cidade. Mercados, pubs, campi universitários, áreas de armazéns, favelas, centros de transporte.”

Ele continuou com firmeza: “Sem viaturas policiais. Sem uniformes. Sem sirenes. Nós vamos nos misturar.”

Aman anotou rapidamente. “E, senhor… se virmos alguma atividade?”

A voz de Arnav tornou-se fria. “Não prendam imediatamente.”

Aman pareceu surpreso. “Senhor?”

“Nós vamos segui-los. Vamos rastrear a cadeia. Não quero apenas os traficantes de rua.”

“Eu quero o homem que está sentado no trono.”

Aman entendeu.

“Sim, senhor.”

Arnav debruçou-se sobre a mesa. “E Aman…”

“Sim, senhor?”

“Shadow King é inteligente. Ele vai nos testar. Tenha cuidado. Ninguém trabalha sozinho.”

Aman assentiu seriamente. “Entendido, senhor.”

Enquanto Aman deixava a sala, Arnav encarou a cidade novamente.

O reflexo de Arnav no vidro olhava de volta para ele: calmo, controlado, indecifrável. Mas por dentro… uma tempestade já tinha começado.

Ele pegou o arquivo mais uma vez.

Shadow King. Sem nome. Sem fotografia. Sem histórico.

Apenas destruição. Seu telefone tocou. Um número privado.

Ele atendeu sem hesitação. “DSP Arnav Singh Raizada.”

Uma voz distorcida respondeu, suave e lenta.

“Você aceitou a missão rapidamente.”

A expressão de Arnav não mudou. “Quem é?”

Uma risada baixa.

“Me chamam de muitas coisas. Mas você está procurando pelo Shadow King… não está?”

As palavras de Aman ecoaram em sua mente.

Ele vai nos testar.

Arnav caminhou até sua mesa calmamente e pressionou um botão de rastreamento silencioso embaixo dela.

“Se você é o Shadow King”, disse Arnav com firmeza, “você acabou de cometer o seu primeiro erro.”

“Será?” A voz parecia divertida. “Quatro policiais antes de você pensaram a mesma coisa.”

O maxilar de Arnav travou levemente. “Você gosta de se esconder.”

“E você gosta de caçar”, respondeu a voz.

“Vamos ver por quanto tempo sua confiança dura.”

A linha ficou muda.

Arnav olhou imediatamente para a tela de seu computador.

Rastreamento: Falhou.

Seus olhos escureceram.

“Esperto”, murmurou ele.

....

Enquanto isso…

Dentro do mesmo carro preto estacionado a algumas ruas de distância, o homem abaixou seu telefone descartável.

O rosto dele permanecia escondido nas sombras.

Sobre o painel, várias fotografias estavam espalhadas.

Cenas de crimes. Movimentações policiais. E uma foto nova foi colocada cuidadosamente no centro.

Arnav Singh Raizada.

O homem deu leves batidinhas na foto de Arnav.

“Forte. Disciplinado. Previsível”, sussurrou ele.

O motor ligou. O jogo tinha oficialmente começado.

........

De volta ao QG da Divisão de Crimes.

Aman entrou apressado na sala de Arnav.

“Senhor! Um de nossos informantes do Mercado Chandni relatou uma atividade suspeita em um armazém ontem à noite.”

Arnav pegou seu quepe. “Localização?”

“Um antigo armazém têxtil perto do cais do rio.”

Os passos de Arnav eram rápidos e precisos. “Chame as equipes Alfa e Beta. À paisana. Movam-se separadamente.”

“Sim, senhor!”

Em poucos minutos, dois veículos sem identificação deixaram o QG silenciosamente.

.....

Área dos Armazéns. 10h15. O prédio parecia abandonado. Janelas quebradas. Portões enferrujados. Silencioso demais.

Arnav sinalizou para a equipe se dividir. Dois policiais foram para a entrada dos fundos.

Aman ficou ao lado de Arnav.

“Senhor… tem algo estranho aqui.”

Os instintos de Arnav já estavam gritando.

“Fique alerta.”

Eles entraram.

Poeira no ar. Caixotes vazios estavam espalhados por todo lado.

Então... Passos.

Aman virou-se rapidamente. Três homens mascarados apareceram de trás dos caixotes e começaram a correr em direção à saída dos fundos.

“Parem!” gritou Aman.

Mas Arnav não foi atrás imediatamente.

Ele notou outra coisa. Uma pequena luz vermelha piscando estava presa debaixo de uma prateleira de metal.

Seus olhos se arregalaram. “Todos para fora! AGORA!”

Em poucos segundos, os policiais correram para fora.

BOOM!

O armazém explodiu atrás deles.

Calor e escombros foram lançados para o alto. Fumaça cobriu o céu.

Arnav ficou parado, com a mandíbula travada e os olhos ardendo. Sem feridos. Mas nenhuma prisão.

Aman tossiu levemente. “Senhor… foi uma armadilha.”

Arnav não respondeu de imediato. Ele olhou para o prédio em chamas. Então, lentamente… ele notou algo flutuando na fumaça. Um pedaço de papel.

Ele caiu perto de seus pés.

Ele pegou o papel. Três palavras escritas em negrito com tinta preta:

“Um Passo à Frente.”

Arnav amassou o papel com força na mão.

Sua voz saiu baixa.

“Ótimo.”

Aman pareceu confuso. “Senhor?”

Os olhos de Arnav não estavam mais apenas frios.

Eles estavam perigosos.

“Ele quer guerra.”

Um sorriso fraco e controlado surgiu em seus lábios. “Ele acabou de conseguir uma.”

E em algum lugar da cidade… Shadow King assistia à notícia urgente sobre a explosão no armazém. Ele se recostou na cadeira.

“Vamos ver quanto tempo sua disciplina sobrevive, DSP…”

Seu olhar mudou para outro arquivo em sua mesa.

Um panfleto de evento universitário. A foto de uma garota sorridente impressa nele, com olhos brilhantes e um sorriso inocente, sem saber da escuridão que cercava seu mundo.

Shadow King tocou levemente na foto.

.........

Noite.

A casa dos Raizada estava calma.

Arnav entrou silenciosamente após um longo dia. Ele tirou os sapatos perto da porta e caminhou até a sala de estar.

Seu pai, Arvind, lia o jornal. Sua mãe, Ratna, estava na cozinha.

Arvind levantou o olhar. “Como foi seu dia, Arnav?”

Arnav afrouxou o colarinho. “Bem cheio, pai. A operação começou.”

Arvind assentiu, compreensivo. “Tome cuidado.”

Arnav deu um pequeno sorriso.

“Onde está a Meera?”

Ratna apareceu e lhe deu um copo de água. “Ela está dormindo. Ela esperou por você...”

A expressão de Arnav suavizou. Meera era sua irmãzinha. Sua responsabilidade. Ele foi até o quarto dela silenciosamente.

Ela dormia pacificamente, abraçada a um ursinho de pelúcia.

Ele ajeitou o cobertor com cuidado e saiu, fechando a porta atrás de si.

.....

Ele caminhou de volta ao seu quarto e fechou a porta. O silêncio da casa dos Raizada era reconfortante… mas sua mente ainda estava naquele armazém em chamas. Ele tirou o coldre e o colocou cuidadosamente sobre a mesa.

Seu celular vibrou.

Aman.

“Senhor, checamos os registros do armazém. Foi alugado com um nome falso. Pagamento em dinheiro. Câmeras de segurança por perto? Todas desativadas.”

Arnav recostou-se na cadeira. “É claro.”

“E senhor… a mídia já está chamando de ‘explosão de botijão de gás’.”

“Ótimo”, respondeu Arnav calmamente. “Deixe que pensem isso.”

“Senhor… esse homem sabia que estávamos indo.”

A voz de Arnav ficou ainda mais baixa. “Ele não apenas sabia. Ele queria que estivéssemos lá.”

O silêncio tomou conta da ligação.

“Aman”, continuou Arnav, “dobre as equipes de vigilância. E quero uma verificação de antecedentes de todos na Divisão de Crimes. Até do pessoal de apoio.”

Houve uma pausa.

“Senhor… o senhor acha que há um informante?”

“Eu não acho”, disse Arnav friamente. “Eu confirmo.”

“Sim, senhor.”

A ligação terminou.

Arnav foi até sua sacada. As luzes da cidade de Nova Deli brilhavam ao longe.

.......

Em outro lugar.

Dentro de um quarto mal iluminado, Shadow King estava sentado na escuridão. Apenas o brilho fraco de um abajur iluminava o panfleto da universidade.

A foto da garota sorridente encarava-o de volta.

“Alvos fáceis criam pressão forte.”

Ele pegou seu telefone e discou um número.

“Fique de olho na agenda dela”, instruiu calmamente. “Quero a rotina diária dela. Amigos. Família. Tudo.”

“Sim, senhor.”

A ligação terminou. Shadow King recostou-se.

“Vamos ver quanto tempo sua disciplina sobrevive, DSP…”

Continua...

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Personagem Ótimo

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Diálogo Forte

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Diálogo Forte

Ver 7 comentários anteriores...
author

I looove this 😍, the nostalgia I got from these 2 names is so heartwarming 🥰

5 meses
1
author

nice story

5 meses
author

awesome

3 meses

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