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O Outro Steele

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Resumo

Assim que os últimos membros do conselho saíram, Erik não deu a Seraphina a chance de falar. Ele a girou e a jogou de bruços sobre sua mesa de mogno, empurrando sua saia lápis justa até a cintura. Ele arrancou sua calcinha de renda encharcada e bateu com seu pau grosso e pesado contra sua boceta pingando. "Ainda com essa língua afiada, Doutora?", ele provocou, esfregando a cabeça grossa ao longo da fenda dela. "Vai se foder, Steele", Seraphina sibilou, olhos castanhos dourados brilhando em desafio, mesmo enquanto ela se arqueava contra ele. "Você acha que pode simplesmente me dobrar como uma vadia de escritório qualquer..." Erik investiu contra ela com força, enterrando cada centímetro espesso em um golpe brutal. As palavras dela se dissolveram em um gemido sufocado. "Era o que eu pensava", ele riu sombriamente, imediatamente martelando sua boceta apertada com estocadas profundas e impiedosas. A mesa pesada rangia sob a força. "Toda essa atitude fria, e sua boceta gananciosa está me sugando como se estivesse faminta. Tão porra de molhada pelo homem que você diz odiar." "Babaca... ah, foda-se!", ela rosnou, empurrando contra ele mesmo enquanto suas paredes se contraíam avidamente ao redor do pau dele. Erik agarrou seu coque desfeito, puxando a cabeça dela para trás enquanto batia em sua bunda com força suficiente para deixar marcas. "Continue me insultando, baby. Isso só me faz querer te destruir ainda mais." Ele a fodeu com mais rapidez, os testículos batendo molhadamente contra seu clitóris inchado. "Vou encher essa bocetinha esnobe até você estar escorrendo meu porra pelas coxas durante a reunião de amanhã. Vou te engravidar bem aqui, onde você tentou me destruir." "Nem ferrando..." Seraphina ofegou, mas seu corpo a traiu, tremendo violentamente enquanto um orgasmo poderoso a atravessava. Erik gemeu em satisfação, batendo fundo enquanto gozava com força, inundando o útero dela com jatos grossos e quentes de esperma. Ele continuou investindo, empurrando cada gota o mais fundo possível enquanto ela tremia e o xingava baixinho. Quando ele finalmente saiu, observou seu esperma escorrer pelas coxas dela com um sorriso malicioso. Inclinando-se sobre o corpo corado e furioso dela, ele sussurrou ardentemente em seu ouvido: "Bem-vinda à sua nova parte favorita do trabalho, Dra. Voss. E acredite em mim... isso é apenas o começo."

Status
Completo
Capítulos
35
Classificação
5.0 3 avaliações
Classificação Etária
18+

Capítulo 1 – O Outro Steele

Erik

O andar executivo da Steele Medical Corporation cheirava a dinheiro, ambição e máquinas de café expresso caras demais. Por baixo disso, pairava o rastro nítido e estéril de produtos de limpeza antissépticos que tentavam — e falhavam — mascarar o cheiro dos segredos corporativos. Os sapatos Oxford bem engraxados de Dean Steele batiam contra o piso de mármore com estalos impacientes enquanto ele atravessava o corredor a passos largos.

Não passava das dez da manhã no primeiro dia oficial de Erik, e o desastre em forma de gente já tinha desaparecido.

Um baque rítmico e gemidos femininos ofegantes vinham do armário de suprimentos perto do final do corredor.

O maxilar de Dean travou com tanta força que seus dentes doeram. É claro.

Ele puxou a porta com força.

O pequeno espaço estava denso com o inconfundível cheiro almiscarado de sexo — suor salgado, a doçura da excitação feminina e o perfume de baunilha da secretária loira curvada sobre pilhas de caixas de papel para impressora. Sua saia azul-marinho apertada estava embolada na cintura, e a calcinha de renda pendia de um dos tornozelos. Erik estava atrás dela, com as calças nos tornozelos, as coxas musculosas e tatuadas flexionando enquanto ele a penetrava com estocadas profundas e lentas. O som úmido e obsceno da pele contra pele preenchia o quartinho apertado.

"Porra, você é mais apertada que o meu último contrato de confidencialidade", Erik gemeu, a voz carregada de diversão. "Isso, querida... cante para mim. Quero ouvir essa voz bonita atingindo as notas altas."

Claire gemeu alto, os dedos arranhando o papelão enquanto as caixas chacoalhavam perigosamente. Um recipiente de cartuchos de toner balançava na beira da prateleira a cada estocada poderosa.

A voz de Dean cortou o ar como um chicote. "Erik!"

Erik olhou por cima do ombro no meio da estocada, sem perder o ritmo. O suor brilhava em sua testa e fazia a tinta em seu pescoço e antebraços cintilar sob a luz fluorescente fria. Um sorriso de quem comeu e gostou se abriu em seu rosto.

"Ei, irmãozão. Meio ocupado agora. Me dá... ah, porra... cinco minutos."

"Saia. Agora", Dean rosnou, a fúria irradiando dele.

"Mandão. Gostei", Erik provocou. Ele deu a Claire uma última estocada profunda e imunda que a fez soluçar, então se retirou lentamente. Seu pau grosso e brilhante balançou pesadamente enquanto ele se arrumava e fechava o zíper sem nenhum sinal de vergonha. Ele deu um tapinha carinhoso na bunda dela. "Desculpe, amor. A polícia da diversão acabou de chegar. Fica para depois? Talvez a gente possa tentar a sala dos servidores da próxima vez... o ambiente é mais excitante, cheio de luzes piscantes."

Mortificada e corada, Claire puxou a saia para baixo, pegou a calcinha e fugiu do armário equilibrando-se nos saltos trêmulos, com o cheiro de sexo pairando atrás dela.

Dean pegou Erik pela gola de seu terno preto sob medida e o arrastou para o corredor. O contraste era marcante — Dean largo e irradiando uma intensidade controlada, Erik mais magro, porém alto, irradiando puro caos, ainda corado e cheirando a sexo e perfume de baunilha.

"Isso aqui é uma empresa de bilhões de dólares, seu completo desmiolado", Dean rosnou. "Não é o seu buffet de sexo pessoal. Primeiro dia, Erik. A Scarlett vai me matar por ter trazido você para cá."

Erik ajeitou a gravata e passou a mão pelo cabelo escuro bagunçado, ainda respirando fundo. "Relaxa, irmãozão. Ela se ofereceu para me mostrar onde ficava o café bom. Uma coisa levou à outra. Quando vi, as pernas dela estavam em volta da minha cintura e meu pau estava no céu. Foi praticamente uma integração de equipe. Um treinamento bem prático."

Dean parecia estar a dois segundos de cometer uma violência. "Você deveria estar aprendendo como as coisas funcionam, não amarrando as secretárias com as cordas do negócio."

"Tecnicamente, eu não a amarrei. Ainda", Erik disse alegremente. "Passo a passo. Estou me acostumando à cultura corporativa."

Dean o arrastou em direção à grande sala de conferências com paredes de vidro. "Apenas tente agir como um adulto funcional pelos próximos vinte minutos. Por favor."

Através dos painéis transparentes, a Dra. Seraphina Voss comandava a sala. O ar lá dentro cheirava levemente a mogno polido e perfume caro.

Os passos de Erik diminuíram, seu sorriso tornando-se mais astuto.

Seraphina estava na cabeceira da mesa longa, com um apontador laser na mão. Seus olhos cor de mel dourado — um turbilhão deslumbrante de mel quente e manchas verdes afiadas — varreram os executivos com precisão cirúrgica. O cabelo preto como azeviche estava preso em um coque impecável. Sua blusa de seda branca e justa abraçava seios fartos e empinados antes de ser metida perfeitamente em uma saia lápis preta justa que acentuava sua figura de ampulheta e suas pernas longas e torneadas. Batom vermelho-sangue e saltos combinando completavam o pacote letal e elegante.

Sua voz atravessou a porta entreaberta — suave, culta e afiada como uma lâmina. "...por isso devemos nos desfazer imediatamente da PharmaTech Solutions. As práticas deles não são apenas antiéticas — são uma bomba-relógio. Se este conselho se recusar a agir, eu mesma me certificarei de que cada regulador e grande jornalista tenha um lugar na primeira fila para ver as evidências que reuni."

Erik encostou-se no batente da porta e soltou um assobio baixo.

"Caramba", ele anunciou em voz alta, empurrando a porta. "Eu deixo vocês engravatados sozinhos por cinco minutos e vocês deixam uma terrorista maravilhosa entrar aqui? Alguém chame a segurança. Ou, pelo menos, dê um aumento para ela — esse nível de gostosura maligna merece compensação e possivelmente adicional de periculosidade."

Todas as cabeças se viraram.

Os olhos cor de mel de Seraphina se fixaram nele, notando seu cabelo despenteado, o leve borrão de batom em sua gola e o brilho inconfundível de quem tinha acabado de transar. Seus lábios vermelhos e cheios se curvaram em puro desdém.

"E quem diabos é você?", ela perguntou, com a voz gélida.

Erik entrou na sala com um andar descontraído, mãos nos bolsos. "Erik Steele, ao seu dispor. O outro Steele. O devastadoramente bonito, charmoso e significativamente mais divertido." Ele piscou. "Fui designado para supervisionar você, Dra. Voss. Que sorte a sua."

Seraphina cruzou os braços, empurrando os seios para cima. "Maravilhoso. Outro Steele mimado aqui para branquear os pecados da empresa. Diga-me, Sr. Steele, você sempre aparece em reuniões sérias cheirando a perfume barato e arrependimento, ou acabou de sair de um armário de suprimentos depois de um rápido e patético?",

Erik soltou uma risada genuína, encantado. Ele se aproximou, a voz caindo em um tom arrastado, imundo e provocante. "Primeiro, aquele perfume não era barato. Segundo, não foi patético — ela gozou duas vezes. E terceiro..." O olhar dele percorreu lentamente o corpo dela e voltou. "Eu ficaria mais do que feliz em mostrar a você como é uma foda de verdade, Doutora. Bem aqui nesta mesa. Até deixo você ficar com esses sapatos vermelhos chiques. Muito profissional."

A sala ficou em um silêncio mortal.

Seraphina não corou. Ela deu um passo à frente até que ficassem quase ponta a ponta, os olhos cor de mel brilhando com desafio.

"Continue falando o que quiser", ela disse docemente, "e a única coisa que vai ser fodida neste prédio será sua preciosa empresa — direto para a falência. Vou adorar ver você implorar de joelhos."

O sorriso de Erik tornou-se selvagem. Uma excitação disparou direto para o pau dele.

"Ah, Doutora", ele murmurou, a voz baixa e carregada de promessas, "se eu algum dia estiver de joelhos na sua frente, não será porque estou implorando... a menos que você peça com jeitinho."

Os olhos de Seraphina se estreitaram, mas Erik captou o menor lampejo de calor sob o gelo. Ela abriu a boca para retrucar quando Dean finalmente interveio, colocando uma mão firme no ombro de Erik.

"Chega", Dean disse secamente, com a voz carregando o peso de um homem que já se arrependia de cada escolha de vida que o levara àquele momento. "Dra. Voss, peço desculpas pelo meu irmão. Ele está... ainda se adaptando à vida corporativa."

"Adaptando?", Seraphina arqueou uma sobrancelha perfeita. "É assim que vocês chamam atentado ao pudor hoje em dia?"

Erik colocou a mão sobre o coração, fingindo-se ofendido. "Público? Aquele armário de suprimentos era muito privativo. Praticamente VIP. Ficarei feliz em lhe dar o tour mais tarde. Traga sua própria prancheta."

Seraphina soltou uma risada suave e perigosa que fez a eletricidade percorrer a espinha de Erik. "Você é inacreditável."

"Obrigado", respondeu Erik suavemente. "Eu me esforço muito para isso."

Dean murmurou baixinho: "Eu vou te matar. Lentamente. com minhas próprias mãos."

Mas Erik não conseguia desviar os olhos da Dra. Seraphina Voss. A maneira como ela estava ali — equilibrada, furiosa e irradiando poder — fez algo sombrio e possessivo se agitar no fundo de seu peito.

Ela seria uma dor de cabeça absoluta.

Ela iria lutar contra ele a cada passo.

E ele, sem remorso e entusiasticamente, iria gostar de derrubar cada muro que ela construiu... de preferência enquanto ela estivesse amarrada à sua mesa, pingando de desejo e gritando o nome dele.

Essa aquisição corporativa tinha acabado de ficar muito mais interessante.

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Boa Escrita

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Enredo Envolvente

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author

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author

🤣🤣🤣

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