Capítulo 1: O Retorno e o Olhar na Sombra
Querido Leitor essa História foi escrita por mim mas assistida pela IA em algumas partes somente, Leia que você vai gostar muito🤩
Ponto de Vista: Caleb
O asfalto da minha cidade natal parecia o mesmo, mas eu mudei completamente. Cinco anos longe, cuidando de Eva após a tragédia com minha irmã gêmea Ana e Dilan, moldaram o homem que sou hoje. Aos 25 anos, no auge da minha forma física, o melhor jogador de basquete do mundo retornava para o time do meu pai secreto, Carter Steling. Mas naquela noite, eu só queria esquecer a pressão. Fui a uma boate com meu parceiro de infância, Oliver Hawthorne. No meio da fumaça e das luzes, cruzei olhares com Leo, um rapaz atraente que exalava desejo. O flerte foi rápido. Quando a tensão atingiu o limite, puxei-o para a saída dos fundos, num beco escuro e reservado.
Sem perder tempo, Leo se ajoelhou diante de mim. Minhas mãos afundaram em seus cabelos enquanto ele abria minha calça. O calor úmido de sua boca envolveu meu membro com uma força avassaladora. Inclinei a cabeça para trás, soltando um gemido grave, sentindo o sangue pulsar. Eu precisava de mais. Puxei-o para cima pelo braço, virei-o de costas contra a parede fria de tijolos e o preparei rapidamente com os dedos antes de desferir uma estocada profunda e possessiva. Ele arfou alto. Comecei um ritmo bruto e constante, dominando seu corpo por completo. No meio do êxtase, notei um vulto na penumbra, alguém nos observando de longe. Ignorei. Meu foco era o prazer bruto. Gozei profundamente dentro dele, recuperei o fôlego e voltei para a pista como se nada tivesse acontecido. Antes de dormir, passei no quarto de Eva, beijando sua testa enquanto ela dormia abraçada ao seu urso de pelúcia, sob o olhar atento da babá Amanda.
Ponto de Vista: Zyan
Criado sob os valores tradicionais de Cedric e Vanessa Belmonte, eu me considerava o cara mais hétero e focado do basquete. Sendo capitão dos Minutemen, minha vida era a quadra. Naquela noite, saí com alguns amigos do time para relaxar. Na mesa de canto, vi um homem de cabelos vermelhos como fogo e porte físico imponente dançando com uma confiança ridícula. Ele atraía tanto homens quanto mulheres. Quando ele saiu em direção aos fundos, a curiosidade me instigou. Inventei que ia tomar um ar puro e o segui discretamente.
O que vi no beco paralisou meus sentidos. O ruivo dominava completamente outro homem contra a parede. Assisti a cada detalhe: o rapaz de joelhos, os gemidos abafados e, depois, as estocadas firmes do ruivo por trás, movendo-se com uma crueza erótica perturbadora. Meu próprio corpo reagiu instantaneamente. Senti meu membro pulsar e ficar completamente rígido dentro da calça, uma reação que nunca imaginei ter vendo dois homens. Assustado com a intensidade daquilo e com o meu próprio tesão repentino, voltei correndo para dentro, me despedi dos rapazes e fui para casa. Na manhã seguinte, mal consegui tomar o café que minha mãe preparou. Só pensava no treino e na lenda viva que o treinador Mark Brown iria nos apresentar naquele dia.





