A PROTEGIDA DO SENHOR DA GUERRA

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Resumo

Ele surgiu em nossa aldeia como uma sombra. Um Terror Sombrio repleto de magia poderosa. O Rei apenas o chamava de Senhor da Guerra. E ele fazia jus ao nome. Deixando destruição por onde passava. Mas para mim, ele tinha outros planos. Seus olhos azuis cortantes viam através do meu disfarce. Como sua escrava, seu mero brinquedo, aprenderei a verdadeira escuridão de uma magia sem consciência. Tudo o que ele quer de mim, ele toma. Tudo o que ele quer que eu faça. Sou obrigada a obedecer com um simples gesto de sua mão. Seu poder é um turbilhão que tudo consome. E eu sou apenas a bela borboleta presa nele.

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Completo
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6
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18+
Este é um exemplo

TEASER

— Uau... — O rei recuou, comentando: — Parece que você pegou uma difícil, Warlord.

— Ninguém ousa falar com ele desse jeito — Hawk disparou do meu lado, aproximando-se com o rosto tomado pela fúria.

Warlord levantou a mão solenemente pedindo calma, e Hawk se calou e recuou.

— Só porque eles te obedecem — olhei para o seu perfil ao meu lado —, não significa que eu algum dia irei. É melhor me soltar agora. Você nunca vai me ter!

— Ah, não vou? — Ele arqueou uma sobrancelha negra de um jeito que parecia profundamente ameaçador.

Abaixei a cabeça e me afastei dele. Tentei diminuir o passo o suficiente para conseguir parar e tentar correr de novo.

— Ande — ordenou ele.

— Eu não quero andar!

— Prefere que eu te faça correr na frente? — rebateu ele, sem demonstrar emoção.

Curvei os lábios com desprezo e empinei o queixo.

— Você vai ter que ensinar a essa aí o lugar dela — comentou o rei, cavalgando lentamente atrás de nós como se observasse a troca. Havia um tom de diversão em seu rosto.

Diminuí o passo, chocada, quando o enorme castelo surgiu. As muralhas se erguiam sobre mim e havia guardas por toda parte. Olhei ao redor tentando achar outra saída, mas havia cavaleiros em cada canto.

Eu era pequena e ágil, mas não rápida o suficiente para escapar de tantos homens.

E de que vai adiantar, se ele pode me parar com uma única ordem? Eu precisava entender como a magia dele funcionava e encontrar um jeito de contorná-la.

O homem mal olhava para mim, então parei de me preocupar que ele estivesse me levando para procriar.

Ele quer uma serva, pensei.

Não serei serva de ninguém. Ele pode me jogar aos lobos selvagens primeiro.

Seus olhos azuis se voltaram para mim, pensativos. E por um momento, apenas um momento, eu me perguntei se ele conseguia ler meus pensamentos.

Alguns lobos conseguiam. Mas eu nunca tinha ouvido falar de um mago capaz disso.

Como se percebesse, ele me deu uma olhada mais longa, inclinando a cabeça o suficiente para que a aba do chapéu sombreasse seu rosto. Por um segundo, tive certeza de que seus olhos brilharam em amarelo, com a pupila se estreitando até virar uma fenda.

— O que é você? — sussurrei.

— Você — ele endireitou a cabeça, olhando para a frente — está prestes a descobrir...

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