Chapter 1 O começo
Enquanto o grupo saía da loja, Lucy explicava a Daniel a localização dos Rabdomantes, que procuravam rastros da magia do medo para impedir que ela atingisse outras pessoas e mantê-la isolada em um local seguro. Ao mesmo tempo, eles precisavam encontrar uma forma de transformar Hoagie novamente em humano, desde que o local estivesse livre de vestígios da magia do medo. Para isso, primeiro deveriam reunir três elementos necessários para a poção: Nostalgia, Lágrimas da Dor e Lembre-se de Você.
Enquanto o grupo caminhava até a van de sorvete, Shak pergunta a Hoagie sobre sua transformação em porco. Hoagie brinca sobre sua voz e diz que mal pode esperar para recuperar os polegares e seu estilo. Shak comenta que espera que a nova aventura não termine em mortes.
Daniel explica que Haruspex indicou no mapa um local considerado seguro e que, mesmo sendo uma missão difícil, eles conseguiriam lidar com ela. Shak fica curiosa sobre o segredo que Daniel contou a Haruspex, mas Daniel pede que Hoagie não revele nada.
Já dentro da van, Daniel se prepara para seguir as coordenadas do mapa. Enquanto isso, Lucy confere em sua prancheta se tudo está funcionando, incluindo o combustível, o teletransportador e o estoque de sorvete. Ela lembra que já tiveram problemas com a van antes, incluindo o incidente em que quase a perderam no oceano.
Daniel, Shak e Hoagie se encaram
E dessa vez eu não quero que ela sofra com alguma coisa. Principalmente em nossa aventura, como a nova líder, minha missão é garantir a segurança dos meus amigos e a vã.
Shak: Não acha que no caso de alguém se machucar, precisaríamos ter um kit de primeiros socorros?
Lucy: Verdade, mas pode ficar tranquila, Shak. Já deixei o kit bem ali.
Daniel: Então está tudo certo na lista?
Lucy: Deixa eu dar uma olhadinha no painel. (Lucy se aproxima do volante e analisa as luzes de controle) - Tudo certo, a gasolina e a energia tudo conferido. Ah, e claro...o sorvete está armazenado na temperatura ideal,
Hoagie (sorrindo): Ufa, o que seria de mim e a Shak sem a sobremesa?
Daniel (fingindo ofensiva): Ei! E nós também viu!
O grupo da risada.
Daniel: Mas falando sério, agora vamos para o principal lugar, de acordo com o mapa, eu só espero que o Haruspex não esteja mentindo que essa região é segura.
Hoagie (sendo sarcástico): Imagina, ele não levou nós para um moente de armadilhas mortais.
O Daniel já se preparou para ligar a vã e partir na estrada, e depois ligou a energia do tele transporte. Na estrada a vã sumiu e o grupo acabou parando no lugar principal, a Serra do Véu Gélido.
O lugar era lugar representa uma região montanhosa, o que o grupo não sabia era que além de ter a cura do Hoagie, era uma zona mística, mesmo o Haruspex ter afirmado que era seguro o lugar, ou talvez não. O grupo já pousa a vã no solo, o Daniel e a Lucy olham de frente do vidro da vã onde estava a vista e viram montanhas e a vista bela ao nascer do sol.
Hoagie: Eu não consigo ver, a gente pode ir lá de fora?
Daniel: Eu vou sair primeiro para ver se não tem perigo, nunca sabemos o perigo que a espreita.
Lucy: Eu também vou, não vou deixar você caso que tenha algum maluco aqui.
Os dois iriam prestes a abrir a porta da vã, mas então eles sentiram um vento frio, mesmo assim eles foram lá de fora e fecharam a porta, eles pisaram no solo do chão de grama e ficaram dando alguns paços verificando o lugar com cuidado. O Daniel estava dando uma olhada em volta no ar arbustos e no chão se a rastros de magia, algo do tipo.
Lucy: Nossa que frio! Eu espero que a nossa missão não seja lá nas montanhas.
Daniel: Tenho que concordar, lembra da última vez que fomos atrás do Ovo do Grifo? Era bem pior lá.
Lucy: Bom pelo menos a gente conseguiu sair daquela confusão.
Daniel: E nós vamos conseguir agora, eu só espero que não tenha armadilhas.
Lucy: Isso mesmo. Mas me diz uma coisa...você tem ideia de como começar a cura do Hoagie?
Daniel: A diversos feitiços de cura, mas a do Hoagie é um pouco diferente e preciso ter paciência que eu vou conseguir, como também a ajuda do Haruspex, que ele mostrou o lugar do mapa, a gente só precisamos encontrar pistas do lugar que simbolizam, cura da dor, visão interna e externa da alma.
Lucy: Nossa você virou poético Daniel? Brincadeira, já tivemos que lidar em situações intensas antes, a gente consegue encontrar as pistas, bora chamar o Hoagie e a Shak.
Lucy: Caminha até a van de sorvete e abre as duas portas de trás.
Lucy: Ok, gente vocês podem ir. Mas fiquem atentos.
Shak: Então podemos ir? Por que eu não quero perder nenhuma aventura!
Hoagie: Eu também, viu? Então para a onde a gente vai que não tenha monstros?
Daniel: Olha a gente pode só dar uma volta e eu viu que parece que a alguma coisa lá em baixo, olhem.
Daniel estava andando até a beirada do um penhasco, com o grupo seguindo atrás. Eles encontram uma escadaria de madeira presa à rocha. As escadas parecem antigas, rangem ao menor toque e parecem poder quebrar a qualquer passo. Teias de aranha recentes cobrem partes do corrimão e da rocha, sinal de que há aranhas venenosas por perto.
Hoagie: Tem certeza que a gente precisa descer ali Daniel? Olha eu não tenho medo de aranhas, dá última vez que nós vimos o Hector (um minotauro aranha) eu estava bem, de boa! Não tem outro caminho Daniel?
Daniel: Infelizmente esse é o único caminho que temos, por que olhe em volta, só tem rochas ao nosso lado esquerdo e no lado direito tem as grades de madeira da vista das montanhas, não tem outra saída do caminho além dessas escadas.
Lucy: Eu tenho que concordar com o Daniel, mesmo que eu não ache agradável os insetos, eu me importo com a missão.
Shak: Olha não deve ser tão horrível assim, talvez seja um homem miniaturo aranha, é menos assustador que ver uma aranha Viúva Negra normal que tem pelos pretos, um desenho vermelho de silhueta nela, sem um corpo de uma pessoa comum e normal, a presas em sua boca, cheias de veneno prestes a picar.
Hoagie: Você precisava falar isso mocinha? Aranhas? Minotauros? Até aí tudo bem... mas isso que você descreveu é demais!
Daniel: Tá bom gente, não vamos discutir sobre isso e eu sei que parece assustador, mas fiquem tranquilos que vamos ficar bem só tomem cuidado na decida.
O grupo desce pelas escadas, tomando cuidado, a decida não era tão ruim, desde que você tenha medo de altura ou fobia de aranha por causa das teias, algumas tabuas estavam um pouco soltas, as teias de aranha de algumas pequenas aranhas filhotes espalhadas por ai, eram inofensivas, mas já pensou se fosse filhas da aranha a mais venenosa e mortal? O Hoagie caminhando com cuidado mesmo tendo quatro patas.
Demorou um pouco na descida, mas o grupo finalmente conseguiu alcançar a terra firme. O clima estava fresco, o lugar silencioso. À primeira vista, só se viam árvores; no chão, folhas secas pelo frio. O ar, porém, carregava um cheiro estranho — lembrava o odor de uma aranha morta.
O grupo começou a caminhar para explorar o local. A cada passo, o cheiro ficava mais forte, até mesmo para Hoagie, que já estava acostumado com situações bizarras.
Hoagie: Temos mesmo que ir por aqui? Esse cheiro é tão forte que dá até enjoo.
Daniel: Esse cheiro não é normal… parece resquício de magia. Alguém esteve aqui antes de nós e deixou uma marca.
Lucy: Acho melhor eu ficar aqui para proteger a van. Esse cheiro pode ser sinal de que há aranhas por perto!
Daniel: Vamos, Lucy. Você foi comigo resgatar o Hoagie no covil do Rei Inseto, cheio de criaturas gigantes, e conseguimos sair vivos. Você pode lidar com aranhas normais.
Hoagie (meio sarcástico e tentando): Concordo. Eu já vi até o Hector, que é praticamente um centauro-aranha. Não deve ser tão ruim assim.
Lucy: Ok, eu vou… mas mesmo assim é bom ficar de olho na van, caso aconteça alguma coisa.
Shak: Acho que nada vai acontecer com ela… espero.
O grupo continuou andando. O cheiro ora crescia, ora diminuía, até que Shak percebeu algo ao seu lado.
Shak (olhando assustada para a direita): Gente… acho melhor termos cuidado com as aranhas. Hoagie: O que foi?
Shak apontou para o lado, e todos se depararam com uma aranha gigante — morta.
Hoagie: Tá aí um bom motivo pra gente voltar pra van. Já tô até me sentindo enjoado e com dor de cabeça… mas é leve, por sorte.
Lucy (meio sarcástica, tentando disfarçar o medo): Ok, ok, tá tudo certo! Tem uma aranha gigante e morta bem na nossa frente, e a chance de ter outras — vivas ou mortas. Mas tudo bem, vou tentar manter a calma e continuar a aventura. As aranhas não vão me impedir.
Daniel (com um pouco de medo, mas tentando disfarçar): Ok, vamos indo. É apenas uma aranha gigante… e há mais chances de encontrarmos aranhas mortas do que vivas.
Quando Daniel se aproximou, percebeu uma gosma azul-violeta escorrendo da aranha, bem onde a arma estava cravada em suas costas. Às vezes, nunca é demais guardar um pouco de gosma de aranha gigante… pode ser até útil.
Hoagie: Daniel, acho melhor você não chegar tão perto. Vai que essa coisa ainda está viva.
Daniel: Eu vou tomar cuidado. Mas o cheiro está muito forte nela, isso mostra que está morta, como qualquer aranha normal… só que essa é gigante.
Hoagie: Nesse caso, eu vou junto.
Daniel: Tem certeza? Você mesmo disse que esse cheiro é enjoativo pro seu olfato. Fica com a Shak e a Lucy um pouco mais longe, ok?
Hoagie: Eu agradeço pela sua preocupação, mas eu vou mesmo assim com você. Você é o meu melhor amigo… mesmo que esse cheiro de aranha pareça um caminhão de lixo borrifado com perfume em cima das sacolas.
Daniel (sendo sarcástico com o nome de brincadeira): Então vamos lá Rabicó.
Marcação: Enquanto os amigos estavam indo na direção da aranha gigante o Daniel tentou achar algum liquido ou algo do tipo:
Daniel: Isso é estranho, até esse cheiro é super-forte, preciso subir nessa aranha puxar a espada caso tenha o liquido transparente.
O Daniel olha paro o Hoagie e vê ele meio enjoado.
Daniel: O Hoagie se quiser você pode ficar um pouco longe da aranha não tem problema.
Hoagie: Não tudo bem, eu estou bem
Daniel: Mas acho melhor você sair mesmo assim, se eu tirar aquela arma das costas dela, é bem provável do cheiro ser super-forte, fica um pouco longe daqui Hoagie.
Hoagie: Ok...
O Hoagie dá alguns passinhos para trás, bem curto
Daniel: Hoagie..
Hoagie: O que foi? Eu fiz o que você pediu.
Daniel: Três passos? Isso é o que você chama de distância segura? Três passos não contam, Hoagie. Mais distância, por favor.
Hoagie: Tá bom, tá bom... mas se eu desmaiar, você me carrega!
Depois o Hoagie da mais cinco paços para trás
Daniel: Esse líquido não é só fedorento... aposto que vale alguma coisa.
Daniel subiu na aranha. Os pelos eram frios ao toque. No topo, viu uma arma cravada nas costas, só aparecia a metade do cabo da arma, parecia uma arma, talvez um bastão, talvez uma Guandao, o Daniel puxou ela e o cheiro avançava aos poucos e quando conseguiu tirar com força o cheiro já chegava, o Daniel já queria sair dali, mas notou uma coisa na arma, liquido transparente como água, pegou duas amostras daquilo rápido e quando viu, o liquido secou rápido na ponta da Guandao.
Daniel: melhor eu ter cuidado com isso
O Daniel saiu da aranha com cuidado e viu o Hoagie esperando ele, chegou perto do Hoagie:
Daniel: Tudo certo ai Hoagie?
Hoagie: Sim, embora que esse cheiro continue como perfume de lixo, eu estou bem.
Lucy: Vocês dois vão vir ou não? E não estranho ter uma arma na aranha? Acho que não estamos sozinhos.
Shak: Acho melhor agente sair dessa área rápido e ficar atentos.
Daniel: Tenho que concordar, mas isso não significa que vamos desistir, não é como se um pássaro ou vespa gigante vai atrás da agente sem motivo.
Enquanto o grupo andava o Daniel perguntou o Hoagie se ele sentia cheiro de algo além da aranha já que estavam longe dela.
Hoagie: Eu sinto cheiro de magia no chão dessas plantas lá no fundo, mas também (ele cheira no ar) alguma coisa mas meio fraca.
Daniel: Deve ser nada de mais, vamos continuar.
Enquanto o grupo andava pela rastro onde tinha a magia de acordo com o fucinho do Hoagie, tinha arvores, tinha teias de aranha em alguns cantos, galhos quebrados, o ventinho fresco meio frio e ficava tarde. Enquanto o grupo andava notaram uma cascata bela mas a magia vinha de lá, tinha um buraco para a cascata e grades por segurança, tinha uma placa dizendo: Desfrutem pela maravilhosa cascata do Mel, lá em baixo verão a cor das águas da cor de mel, amarelo, laranja e o azul da água.
Uma outra placa meio velha dizia: Aviso não é permitido se jogar na cascata, jogar objetos nela.
Shak: Tá bem obvio que alguém não iria se jogar ali, mas me abriu uma curiosidade, olha que bonita ela é lá em baixo!
A Shak se aproxima com cuidado mas se afasta rápido quando ouve a grade se mexer, parecia estar enferrujada.
Daniel: Essa cascata parece bonita mas parece ser bem antiga.
Lucy: Como essa estatua? Tenho que admitir que mesmo sendo antiga é bem feita mas só tem esse pó cinza e essas plantas. Deixa eu dar uma olhada no rosto. Que estranho, eu só vejo duas mãos no rosto, agora se eu tirar alguns plantas e ver de longe.
Era uma mulher de cabelos longos, vestido comprido, pés um pouco machucados, e no chão das plantas parecia estar escrito Weltschmerz. Weltschmerz de origem alemã significa dor mundial e tristeza ou melancolia profunda
Hoagie: Tá escrito Welt-sch-mer-z? Alguém tem um celular para traduzir isso?
Daniel: Ou podemos só falar Welt, acho que tem mais algo nessa estatua, deixa eu ver.
Daniel deu uma olhada atrás, mas não tinha nada, então quando olhou para frente de novo notou um papel nas mãos cobrindo o seu rosto.
Daniel: Achei uma coisa! Parece um papel antigo.
Hoagie: Ou um lenço… vai saber.
Daniel: Lenço ou não, deve ser importante, vou tentar tirar com cuidado.
Daniel tenta tirar o papel mas quando foi tirar o dedo da estátua sai facilmente.
Shak: Segundo dedo, cuidado aí.
Daniel: Ei! Ei! Não vem com essa que o dedo caiu sem eu ter tocado, eu só estava tentando pegar o papel.
Hoagie: Você tem sorte de um troço nojento estar na sua boca.
Daniel: Era só um dedo de uma bruxa Hoagie, ela estava usando uma gosma para fortalecer a pele.
Hoagie: Obrigada por me lembrar.
Daniel continuou a tentar tirar o papel.
Daniel: Ok, acho que eu consigo e...peguei!
Lucy: Cocegue ler o que está escrito?
Daniel: Acho que sim.
Cada lágrima que escorre de meu rosto é um eco de eras perdidas, memórias que não cessam e dores que não se apagam. Sou a guardiã das lembranças ocultas, e em meu pranto repousam séculos de sofrimento. Não busco ferir, mas apenas refletir o que já existe, pois sinto pena dos que escondem suas dores nas sombras sem perceber que ainda os machucam. Ao pronunciar meu nome, libertarás não apenas a mim, mas também as sombras que guardo.
Hoagie: Esse texto é bem bonito.
Hoagie (tentando disfarçar): eu pensei que fosse só uma frase e não um roteiro.
Lucy: Ainda bem que não tá em outra língua. Mas precisava ser tão comprido?
Shak: E isso daí não é uma maldição? Ela literalmente falou no caso de morte, digo demônios que vai nos pegar. É pior que a magia do medo?
Daniel tenta deixar o papel nas mãos da estátua, mas algo o impede. Enquanto isso, o grupo se afasta, procurando o caminho. Ninguém nota o fio roxo de líquido escorrendo do olho da estátua.
Hoagie (observando a água): Essa cachoeira tá meio esquisita… olha só, lá em cima é água normal, mas aqui embaixo parece mel. Que cor estranha.
Ele vira o rosto e vê Shak, quieta, com expressão distante.
Hoagie (se aproximando, com cuidado): Ei, Shak… tá tudo bem?
Shak (suspirando): Tô bem, só… confusa. O Jayce me transformou em pedra, lembra? E ele era meu irmão. Eu já falei isso, mas… eu queria minha família por perto.
Hoagie olha para o lado, como se algo tivesse chamado sua atenção. Por um instante, seu olhar se perde, distante, carregado de saudade.
Shak (notando a mudança): Você ficou pensativo? Lembrou de alguma coisa?
Hoagie (tentando disfarçar, com um meio sorriso): Ah… nada demais. Só… coisas que eu não esqueço fácil.
Hoagie (com voz suave, tentando ajudar): E pode falar quantas vezes quiser. Eu não sou psicólogo nem nada, mas… a gente é tipo uma irmãos aqui, né? E olha… pelo menos você teve um tempo com ele. Talvez ele tenha sido pego pela magia do medo, sabe? Isso mexe com a cabeça. E… você é bem mais legal que aquele babaca, só pra constar.
Shak (arqueando a sobrancelha, meio sorrindo): Você sempre tem um jeito estranho de me animar… chamar meu irmão de babaca não é exatamente terapia.
Hoagie (dando de ombros, com um meio sorriso): É, mas funcionou, né? Você sorriu. Acho que tô melhorando minhas técnicas.
Shak (balançando a cabeça, mas rindo de leve): Você é impossível.
Hoagie (com humor leve, mas sincero): Impossível, mas confiável. E se a magia do medo mexeu com ele… não significa que vai mexer com você. Você é mais forte do que pensa.
Shak respira fundo, olhando para a cachoeira. Então um segundo fio roxo cai no olho da estátua.
Shak (em voz baixa): Obrigada, Hoagie. Eu precisava ouvir isso.
Hoagie (tentando disfarçar a emoção): De nada. Mas não se acostuma, eu não vou virar psicólogo da equipe.







