QUARTZO RUBRO HÍBRIDOS

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Summary

Nascidos na lua cheia, jovens semideus-demonios saem do seu covil sombrio para atormentar o povoado da pacata cidade de Sagrados, que na verdade guarda muitos segredos, onde abriga seres misteriosos e misticos. Joana Angelis vivia sua vida tranquila na cidadezinha onde nascera e crescera. Determinada e doce coordenava seu grupo de música com seus amigos de escola, até conhecer o introspectivo Khaliel, que tinha uma missão a cumprir, sendo ela o alvo primoroso. Mas será que o atraente semideus-demonio resistiria a doçura e beleza da sua presa? Será que levaria sua missão até o fim em nome de seu mestre demoniaco? Uma paixão avassaladora que poderá desencandear numa temível guerra entre poderosas especimes sobrenaturais.

Status
Complete
Chapters
30
Rating
n/a
Age Rating
16+

Chapter 1

- Sagrados embelezada por quatro magníficos parques de uma botânica exuberante – iniciou Giuliana, guia turística do local. Ela guiava o grupo de irlandeses e outros de cidades japonesas que seu noivo Casmiel abandonou mais uma vez, para praça central da. Ela disfarçava sua raiva contida pelo sorriso automático produzido no seu rosto de traços venezianos.

- Contém oito capelas – contínua ela com brilho falso nos olhos azuis. – construído em locais estratégicos que lhe deu um formato octogonal que mostrarei durante suas estadias em Sagrados - distribuiu panfletos com mapas e fotos das capelas.

- A catedral Maior dos Anjos como veem – apresentação da frente da catedral de estilo convidando-os a entrar. – é uma das atrações maiores com vitrais fabulosos que se destacam como seres de até luz seu exílio... – Pausou para que os tirassem fotos.

Giuliana suspirou quando viu seu noivo com um sorriso dissimulado passando por ela e se apresentando ao grupo de japoneses, distribuindo a eles os “flyers” que faltaram.

- Sagrados – começou – é fonte de inspiração para historiadores e paz para peregrinos que se abstém das confusões das grandes – disse Casmiel com sorriso simplório.

Olhou de relance para sua noiva que lançou de volta seu olhar de criação. Ele sabia que era ruim para o relacionamento, então levaria depois para reparar o erro e pedir desculpas como sempre fez.

Casmiel Damiel para seu grupo para fora e os levou ao museu Sarantis que é administrado por ele e seu irmão gêmeo. Da van da empresa de turismo “Angelis Connects” se podia ver a praça central florida de ipês vermelhos, amarelos e roxos. No meio um belo e enorme pinheiro. A ida durou trinta minutos apenas. Casmiel estacionou e os dirigiu para dentro do museu. O grupo de dez japoneses se impressionou com os defensores. Relíquias preciosas como pergaminhos egípcios, gregos e yantras hindus. Armas incomuns, até mesmo crânios e ossadas em expositores se destacavam pelos detalhes diferentes contidos nelas.

Depois foram a visitar uma grande biblioteca, considerada a maior fonte de conhecimento histórico da cidade a ser levada pelo professor Gerardi Ph.D. em línguas, simbologia e especializado em arqueologia. Que impecavelmente conservava o local. Casmiel mencionou sobre a família fundadora da biblioteca, os “Damaros” que foram mortos num incêndio perigoso, mas a causa ainda era um mistério. Mencionou também a cidade universitária de Wangelis que era o maior interesse do grupo japonês. Todos sorriram e tiraram muitas fotos.

Assim a vida corria em Sagrados na tranquilidade de seus dois mil habitantes e visitantes curiosos pelos que rodeavam a cidade mistério.

***

O fim da tarde se aproximava, os pássaros assobiavam nas arvores. O vento leve e frio amenizava o calor.

Em outra parte da cidade o céu agora alaranjado acima de uma das capelas que é mais como uma catedral em tamanho menor avistava-se encantadoramente num degrade marfim rosado na região oeste da cidade. As janelinhas de vitral brilhavam fazendo arco-íris no chão. O colorido estendia-se até a porta principal.

Uma representação representando um patrono do bairro chamado Oeste se encontra quase numa posição imperativa ao horizonte e a cabeça mesmo para os céus, segurando uma mão na frente à entrada. E próxima a ela uma jovem de cabelos longos que reluziam com o ponto de raio solar. Sua face oliva ilumina-se com o efeito dourado como se o sol a maquiasse e na despedida desse um beijo na promessa de retornar no dia seguinte. Um vento repentino soprara as folhas prendidas nos seus braços. Prontamente se pós a juntar na esperança de reparar-las.

A pouca distância dai dois atraentes rapazes a fitavam da pracinha em frente à capela Santa Joana Darc. Um era robusto, cabelos ondulados caídos até os ombros, olhos escuros como sombra e expressão enigmática. O outro de cabelos curtos de semblante calmo e introspectivo.

- Olhe! – disse o cabelo ondulado. – encontrei o que tanto busco - sorriu de canto – bem bonita, não acha? – Apontou chamando a atenção do seu súdito.

- É – resmungou o de cabelo curto. – o que devo pensar? – Expressou frio. – você a quer? Eu posso capturá-la agora – disse ansioso quase se pondo de pé, mas seu mestre o conteve.

- Aha boca – o dedo sinalizando. – calma você está parecendo um lobo sedentário por sua caça, vamos vê-la melhor. Espere... – deu uma pausa analisando o território ao seu redor. Via o modo como as pessoas circulavam pela pracinha resplandecida com brotos de ipês amarelos. Arrastou a sola do sapato sobre o chão raspando na tinta, revelando o granito pintado pelo verniz acinzentado.

- Vamos fazer este plano dar certo. No entanto, será como um teste pra você meu fiel – prosseguiu o medindo com o escudeiro e o indicador de metro que tinha a estatua de uma mulher adulta.

- Diga o que devo fazer mestre Luci – quis saber o intitulado escudeiro.

- Você vai se aproximar dessa pessoal da capela. Sondá-los confiança, conhecendo-los e confiar a um – determinado.

- E a presa? – insistiu o escudeiro.

- Não seja apressado lobinho mau. Antes de ser devorada a caça deve ser bem preparada, assim se pode desfrutá-la com mais sabor e prazer – o mestre um dos dedos em punho fechado, após falar com sagacidade.

- Você quer que eu prepare, como? – indagou com frieza.

- Eu quero que a fachada se apaixonar por você, mas não seja tolo a ponto de se deixar levar pela paixão. Seja legal, gentil, mostre seus talentos, se tiver. Quando a minha escolha será cega por você, presa fácil – pode dar uns beijos, mas só pode ser compreendida? – o instruiu.

- Não sou bom em fazer papel de galã romântico – o intitulado esfriou a voz – poderia ter escolhido Endolf é típico dele falou - com mais frieza e tom desinteressado.

- Não! – exclamou mestre Luci contestando – ele logo a possuiria antes de mim. Ele é um lobo tarado – protestou. – Jamais. Eu escolhi você porque tem um dom em especial – o mestre incentivou.

- Eu, um dom? – desacreditou.

-Você logo saberá – fez sinal para que seu título levantesse. – agora vai, é a hora – garantiu o mestre.

- Mas como entrarei na capela? – ele indagou receoso. – você mesmo disse que não podemos? – dobrou as sobrancelhas.

- Check mate lobo negro, esse é seu dom – disse o mestre estalando os dedos.

Então o mais fiel e habilidoso dos luciferes próximos em frente. “ Porque eu?” conte. “ Não sou bom nisso. Eu simplesmente poderia perfurar-la e levar até ele”.

Os passos lhe pesavam, a mente parecia fazer incendiar a cabeça, não tinha com garotas, nunca teve, não era seu feitio. Sedução não era o seu forte, agora teria de se moldar, controlar-se.

É só uma presa, é só uma presa” – repetia baixinho.

Suspirou e parou diante da moça. Abriu a palma da mão direita e como mágica atraiu algumas folhas. Um vento frio novamente na tentativa de manter os papeis novamente.

- Pronto, estão aqui – disse forçadamente seguido de um sorriso fechado.

A garota percebera sua chegada. No entanto ficara por alguns minutos. A voz que soara contida à fez responder apressadamente.

– ah! Obrigada pela ajuda – disse ainda agachada colhendo os papeis restantes. Esticou a mão direita para alcançar os na mão do estranho que aparecera de repente. As mãos se tocaram sem avisar, em pé de frente para o rapaz, o encarou com um sorriso de agradecimento.

Agora ele a olhara mais de perto, avaliou seu rosto. Olhos amendoados, a cor de suas íris como safiras verdes o hipnotizou por um momento. Os lábios pequenos carnudos despertou nele uma vontade de mordê-los.

“Isso não pode ser minha prisão” –refletiu.

Seu vestido bege rendado até os joelhos, de alças finas e fita laçada abaixo do busto revelava sua pele levemente bronzeada por natureza o que lhe deu vontade de saborear com a língua.

“Controle-se” – respirou.

Ela também fixou seu olhar no dele. Olhos cor de mel fascinantemente inebriante, lábios suavemente rubros. Braços fortes, o corpo com músculos pretos justos revelados – pela blusa de malha cinza mangas longos e calça jeans justa. O que chama sua atenção intrigantemente atraente.

A voz, mas não chegará à língua para falar, mas não chegará à língua para engolir.

– Ai! – esbaforiu. – você é um anjo. Não sei o que seria de mim se não tivesse aparecido. São papéis importantes. Eu sou Joana.

A mente dele se enfureceu ao ouvir “anjo”. As unhas cresciam fora dos dedos a fim de penetrar na pele da moça. Mas de repente a mão direita dela já livre tocou seu rosto. Surpreendido o rosto.

- Você está bem? – ela perguntou. – como se chama?

-Paullin – respondeu com voz tão penetrante que fez os pelos de Joana eriçar. Isso a fez colocar sua jaqueta preta de forma a proteger os poros da brisa outonal.

- Nunca vi você por aqui? – A boca dela mexendo era atraente e instigante para Paullinr, tentando conter-se a cada engolir de saliva.

- Eu chegarei à cidade – tentador tão simpático. – seu nome é o mesmo da capela. Você é como o papai noel? – sua instauração de investigação.

- Ah... Não. Quem me dera – pausou ajeitando os papeis. – então seja bem-vindo. Foi um prazer conhecer-lo - disse Joana descendo um degrau na intenção de intenção. Mas o rapaz a barrou de frente.

– Seria bom se fosse... – deu um sorriso tão cativante que Joana estarreceu. – sabe... – ele arqueou uma sobrancelha de um jeito paralisante. – tipo puro, imaculado.

Ele queria que por alguma razão ela respondesse que sim, assim confirmasse todos os requisitos que precisavam. Mas Joana relutou simpaticamente. Afinal quem era o rapaz que nunca tinha visto para lhe falar com intimidade?

Os olhos de Paullin passearam pelas belas feições de Joana enquanto falara. Ela saiu do devan a boca cativante dele e descera os degraus. Ele a espera esperando obter uma resposta.

" Oh! Deus o que ele quer agora?" pensei que Paullin a olhara de uma canto. ”

" O que ele está fazendo, não já deveria ter ido embora?" – Joana agitava-se em pensamentos.

- Pronto – disse ela a fim de dispensa-lo. – cinza que está logo ali no carro daqui - capela V para meu pai Cruze Hatch2. Tem um grupo de jovens, a gente sempre se reúne lá nas terças e quintas. Apesar dos olhares invasivos dele, quis ser gentil ao convidá-lo para visitar o grupo.

- Claro. Eu vou estar lá sim – ele confirmado.

O ″pronto″ dela o impressionou. Percebera que o queria distante, percebia sua firme. Conquistá-la não seria empolgante. Mas pode ser algo interessante e atraente. Um desafio que arriscaria com prazer. Despediram-se. Joana entrou no carro.

Enquanto Paullin caminhava em direção à outra rua, desaparecendo nas sombras. Logo reaparecendo no clube “Yamaj”, onde se reúnem os demônios. Uma banda tocava rock pesado romântico. Os refletores no palco sombreavam o ambiente. Golesuísque desciam queimando garganta, fumaça de cigarro empestava toda parte, balançar de cabeças ritmadas curtiam ou som alto de sonorizado pela guitarra. Abraços e beijos vorazes. Dentes cravando carne humana. Ao mesmo tempo em que gozavam do ato sexual nos cantos do clube.

O submisso intituladoa sua recompensa, pelo menos receber uma parte dela. Certo de que seria fácil executar tal designação. A autoestima imergia em cada toque agressivo no corpo feminino que se encontrou em seu domínio. A sombra de Endolf caíra sobre Paullin agora, atualizada com ar de inveja que estrebuchava pelos olhos.

- E ai o sabor lhe convém? – disse. Seus olhos estavam negros em brasa.

- Mais que o seu, com certeza – respondeu Paullin com sangue escorrendo na boca.

- Vai precisar de instrução, eu garanto – falou Endolf em tom provocativo.

- Se eu precisar, não será você que irei chamar “ ordinara fripono” - Paullin rebateu.

- E esse codinome? Aha... Foi você que escolheu? – Endolf contínuo em tom debochado. Passou o dedo indicador no seio ensanguentado da garota quase mortificada sobre o colo do seu rival que mascara a vista reprovando o ato.

- Nunca o chamaria, nunca! – disse Paullin dando-lhe certeza. – Porque tudo que você toca se torna podre – acrescentou.

A boca respingou gotas de sangue no rosto de Endolf que deu as costas ignorando o feito.

- Então a presa é linda? – virou o rosto de perfil para o lado de Paullin. – você me apresenta ela, parceiro? – Não resiste. Endolf não iria sair sem fazer mais uma provocação. Ele odiava Darkson por ter escolhido outro que não fosse ele para seduzir sua vitima mais preciosa. Odiava seu substituto por saber que este não tinha nada de sedutor e nem de conquistar garotas.

Paullin ardeu em ódio. Quebrou o pescoço da pobre moça terminando de matá-la. Levantou-se numa rapidez de menos de dois segundos e cravou suas unhas enormes nas costas de Endolf que revidou imediatamente o cumprimento contra uma das colunas do clube.

- Tolos Darkson vendo a cena apenas sussurrou.

Para ele fora espetacular vê-los. Sentiu prazer com agressividade um do outro. Os separou. Segurou a garganta de cada um.

- Patifes sórdidos – disse. - não escutam nada do que eu digo hein? O que eu decidi está, vermes podres.

- Você asqueroso – disse Darkson fixando furiosamente seu olhar em Endolf. – fique na sua e não se meta em minhas ordens ou organize sua cabeça para fora agora – Ameaçou.

- E você estúpido faz exatamente o que determina e se falha não serei compass – falou fitando Paullin. Soltou-os no chão. Saiu com cabeças a caminho, cortando como sua frente com suas unhas afiadas.

O intolerante Darkson receberá a posição de mestre dos demônios na qual for titulado de “Lúcifer”. O novo Lúcifer.

***

Quinta feira...

Paullin fora apresentado por Joana ao grupo. Na sala de ensaios se via poucos assentos. Mandalas decoravam como paredes. Não ao centro desenho um circular flores de lírio pela pedra chamou a atenção dele, principalmente rosa que representava o estambre da flor. Sentiu um ar diferente que nunca sentira em qualquer outro lugar. O aroma de lavanda estava em todo canto. O bem-vindo de alguns lhe deixou a vontade. Ao não ser que Milena, que Milena, disse que uma das integrantes do grupo: ″Eu sei o que você está sentindo″ – quando você está se encontrando para cumprirmentá-lo. Isso o agitou, ele podia sentir a energia dela e que não era bem vindo da sua parte. ″Eu sei o que você é″ – disse Saulo, o parceiro de Milena. Os dois podiam sentir-lo estava obvio para Paullin. Seria um problema? Isso dificultaria um pouco, mas não seria impossível detê-los,

- Agora para vermos se o novo “gotim” é bom – anunciou Cleriton o baterista da banda. – vamos ver suas habilidades com os “gotikas” - Cleriton indicou os instrumentos musicais no pequeno.

Então Paullin subiu. Não pensou muito, tinha de impressiona-los para ser aceito ou do contrário teria de usar outros meios para estar perto da presa que Darkson ansiava tanto.

Milena e Saulo cochichavam com olhos vidrados no novo exclusivo. “O que ele é?” – Milena indagou. “Não sei de onde vem ou porque está aqui” – comentou Saulo.

“Não consigo decifrar sua força” – Sussurrou Milena.

- Chi! – Foram interferidos por alguém. Silenciaram suas bocas, mas continuaram a questionar trocando pensamentos.

Paullin tocou cada um dos instrumentos. Mas com o baixo que mais intensidade, fazendo variados filhos brincando com as notas. Joana e o restante do grupo não tinham dúvidas, precisavam de assim na banda. Ao terminar desceu. Seu caminhar era pesado, a postura firme sem deixar de ser elegante. Parou diante de Joana e investiu o olhar dos ombros até a vista dela. O coração de Joana balançou com a perscrutação do rapaz. Ficou tímida e encantada ao mesmo tempo.

- Estou aprovado não é? – Falou pesaroso.

Os ouvidos de Joana pareciam se incendiar com o bafo quente da voz dele. Os olhos de um mel cristalizado fitando-a fascinaram definitivamente. Era misteriosa e envolvente.

- Sim – Joana disse com dificuldades.

Paullin não resiste. Desejou morder aqueles lábios quando se mexeram. “Uma prisão esta boca” - pensou prensando os seus.

Será que ele resiste a ela? Será que o jovem demônio se controlaria para não toma-la do seu mestre?